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Squash diverte, acalma e trabalha todos os músculos do corpo

A atividade ajuda a emagrecer e fortalece a musculatura

 

Com certeza você já ouviu falar no squash, jogo praticado com raquetes e uma pequena bolinha de borracha, que pode ser realizado em dupla ou em quarteto. O esporte foi criado na Inglaterra, mais precisamente nos presídios do século XVII, com o objetivo de ajudar os detentos a se exercitarem. Um preso jogava a bola contra um parede e o outro rebatia sem que ela tocasse o chão por duas vezes.


Os movimentos rápidos e repetidos que são necessários, exigem muito da musculatura, principalmente das pernas e glúteos e do tronco e braços, durante as rotações realizadas com a raquete. O abdômen e a coluna também são muito trabalhados, o que resulta na melhora da saúde óssea, assim como as articulações e os tendões. Quem pratica squash está mais preparado para realizar as atividades do dia-a-dia, já que o esporte promove a força muscular.


O jogo deve ser praticado de duas a três vezes por semana, durante 30 minutos. Ele se diferencia do tênis devido a velocidade com que é praticado.


O squash promove uma elevada queima de calorias (até 1 mil por hora de jogo), desenvolve a coordenação motora, a concentração e a capacidade aeróbica, aumentando a flexibilidade e a resistência muscular.


O exercício é muito fácil de ser praticado e também muito divertido, ajudando a combater o estresse e gerando mais energia. Crianças a partir de seis anos já podem começar a praticar.

CARNAVAL 2017
Pratique atividade física para afastar doenças

Exercícios regulares aumentam a expectativa de vida de forma saudável



Já reparou que o trabalho coordena nossos horários? O tempo que temos dedicado as atividades profissionais tem moldado o período que dedicamos para comer, realizar atividades de lazer e até dormir. Quase não sobra espaço para a atividade física. O que causa risco de ter que cuidar da saúde no futuro. 


Atividade física não é saudável só para o corpo, mas também para a mente. Melhora o humor, aumenta a disposição e previne doenças como o diabetes. A gordura na região do abdômen aumenta a resistência a insulina, para assim conseguir metabolizar o açúcar que circula no organismo. 


Além do diabetes, a hipertensão é outro problema que pode ser prevenido com atividade física regular e uma dieta saudável, livre de excesso e alimentos industrializados. E quem não deseja ter osteoporose no futuro também precisa se exercitar. Isso porque os tendões, na prática do exercício, vão se tornando, junto com os ossos, mais resistentes e fortes. 


O exercício alivia estresse, depressão e ansiedade. Obesos tendem a sofrer dos dois últimos transtornos, já que todos que estão acima do peso desejam emagrecer. A frustração de não conseguir, deixa a pessoa mais triste e ansiosa e o alimento é usado para compensar tais emoções. O prazer da comida libera serotonina, levando a um ciclo vicioso. 


Exercícios são a maior forma de prevenir doenças futuras. É o investimento certo para a nossa saúde. Junto com uma dieta saudável, eles representam a garantia de se envelhecer com saúde.

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Comece a correr

Alguns passos básicos antes de iniciar-se nas corridas é não desistir



Sair do sedentarismo é sempre a melhor escolha. Mas quem decide começar a correr precisa ter em mente alguns passos básicos, para não desistir logo no início e iniciar este que é um dos exercícios mais indicados ao emagrecimento e ao condicionamento físico. 

 

Como é de senso comum, um tênis adequado para corrida é a primeira medida a ser tomada por quem deseja sair correndo em busca da boa forma. Atualmente, a indústria de materiais esportivos oferece uma infinidade de opções. Pesquise, vá a uma loja especializada e pergunte sobre os tipos disponíveis. 


A corrida é uma atividade repetitiva e os pés precisam estar bem preparados para suportar o impacto e a continuidade do exercício. Um pé machucado logo nos primeiros dias pode colocar tudo a perder. 


Comece correndo no seu ritmo, mesmo que você se sinta uma tartaruga em relação aos companheiros da pista em que escolheu praticar o esporte. Alternar cinco minutos de corrida e um de caminhada também é excelente para quem está começando. 


Outra dica importante é nunca ir correr em jejum. Muita gente que corre de dia não gosta de tomar o café da manhã antes, para não se sentir pesado durante a atividade. Mas para evitar hipoglicemia e mesmo estimular a queima calórica, é preciso comer ao menos uma fruta, um pedaço de queijo ou um iogurte. 


E lembre-se: é preciso alongar antes e depois do exercício e passe filtro solar se for correr de dia em local aberto e hidrate-se, principalmente após o treino.

Saúde: Crianças devem se exercitar desde cedo

Atividade física iniciada na infância garante um desenvolvimento saudável



Energia combina com infância. E, realmente, para garantir um crescimento saudável, crianças devem se manter ativas. Desde muito cedo os pequenos podem começar a prática de atividade física, desde que sejam realizadas em forma de brincadeiras e com a orientação e o apoio dos pais. 

 

Atividade física praticada desde cedo fortalece músculos, articulações, ossos e coração, melhora a postura, o equilíbrio e a capacidade de concentração, promovendo mais interação social e o desenvolvimento da autoestima. Assim como ocorre com os adultos, sempre que for praticar alguma atividade física a criança deve se aquecer, beber água antes, durante e depois da atividade e começar o exercício no nível correspondente ao seu condicionamento físico. 

 

As atividades aeróbicas, as preferidas das crianças porque envolvem movimento contínuo dos grandes grupos musculares, promovem o aumento da frequência cardíaca, acelerando o metabolismo e o gasto de energia. Tudo isso é importante para manter a saúde do coração e dos pulmões. Futebol, basquete, vôlei, queimada, skate, patinação, ciclismo, dança, natação, tênis, artes maciais, pular corda, são atividades que podem ser experimentadas pelas crianças com a supervisão dos pais. 

 

Exercícios que estimulam as crianças a se esticar e se dobrar promovem a flexibilidade dos músculos. Tais atividades, como jogos no playground, jardinagem, ginástica, dança, saltos e alongamentos promoverão a boa postura e o relaxamento.

Aqua Zumba Para Queimar Calorias – Como Funciona e Benefícios

Que tal você matar a saudade do verão com as aulas de aqua zumba, uma nova modalidade de exercícios aquáticos feito em uma piscina aquecida, o aqua zumba promete queimar até 1.000 calorias em menos de 45 minutos de aula, veja aqui como funciona e seus benefícios.

 

Sabemos do sucesso que a zumba fez em todo mundo, há pessoas que perderam cerca de 10 a 12 quilos com suas aulas, porém saiu uma nova modalidade é o aqua zumba com ele você consegue eliminar até 1.000 calorias em menos de uma hora, e o mais interessante é que você sentirá menos impacto.  

 

Os exercícios aeróbicos exigem muito de nossos músculos e os praticantes vivem com o risco de sofrer serias lesões, já com a nova modalidade aqua zumba os praticantes fazem o mesmo esforço físico, queimam até mais que calorias que a zumba tradicional, porém os movimentos tornam-se mais leve por causa da densidade da água e você perde quilos com bem menos riscos de se machucar.  O aqua zumba está sendo sucesso absoluto em muitas partes do Brasil, se você também um felizardo que emagrecerá neste inverno sem o sofrimento de passar frio porque a piscina é aquecida. Que tal fazer exercícios bem numa água bem quentinha? Se achar a ideia boa não perca mais tempo.

 

Como Funciona a Aqua Zumba?

 

Ao ritmo do merengue, chá-chá-chá, mambo, salsa, samba e muitos outros ritmos latinos você irá queimar muitas calorias, dentro d’água seu corpo cria uma resistência maior, levando a se esforçar mais para completar os movimentos, com isto você alcança a sonhada definição muscular. Todos os tipos de pessoas podem praticar as aulas tanto gestantes, como idosos e crianças, porém você precisa verificar se não tem alergia aos produtos que são aplicadas na água para seu tratamento.

 

Com ajuda de professores você fará coreografias e dançará muito, e fique despreocupado porque debaixo d’água ninguém vai ficar olhando para saber de você está fazendo certo, até porque estão todos no mesmo barco, a piscina é aquecida então você não precisa ter medo de inverno que está se aproximando. Com a dança sua frequência cardíaca irá subir a um nível alto e com isto você acabará emagrecendo, cada aula dura cerca de 50 a 60 minutos e você consegue queimar inúmeras calorias neste processo, esteja preparado para movimentos bem rápidos e também intensos, mais cada esforço vale muito a pena porque além de você se divertir poderá acabar com os quilinhos, mais que adquiriu com o passar do tempo.

 

Benefícios da Aqua Zumba

 

Com essas aulas você queima muitas calorias e com isto acaba emagrecendo, as aulas são bem dinâmicas e divertidas não vai sentir tédio ou preguiça de frequenta-las, combate a celulites porque reduz a gordura corporal, melhora o sistema respiratório e cardíaco, ajuda na definição, tonificação e fortalecimento dos músculos, combate ao stress e aumenta sua flexibilidade, contém menos riscos de lesões musculares porque a água diminui o impacto.

 

Você aprende novos passos de dança, aumenta sua força e também resistência muscular, é perfeito para quem não gosta de academias e movimentos repetitivos, depois das aulas seu corpo libera serotonina e você sente a sensação de bem-estar e dever cumprido, melhora em muitos aspectos da sua saúde, fora que pessoas que todas as idades e situações podem fazer as aulas.

Benefícios da atividade física vão além do corpo

Exercícios colaboram para a preservação da saúde física e mental



Atividade física não é boa apenas para o corpo. Ela colabora com a preservação da saúde física e mental. O ato de se exercitar melhora o humor e evita riscos de doenças metabólicas, como o diabetes. A hipertensão também pode ter uma significativa melhora. A osteoporose é outra doença que pode ser evitada com a prática regular de atividade física, já que os ossos ficam mais fortes e resistentes quando nos exercitamos. 

 

A saúde emocional também é beneficiada. Exercícios ajudam a diminuir o estresse, a ansiedade e a depressão. Sem falar na melhora da autoestima. Exercícios podem ser praticados regularmente por pessoas de todas as idades. É aconselhável, antes de começar, se submeter a uma avaliação médica para conferir o estado das articulações e do funcionamento do coração. Principalmente para quem se encontra em estado sedentário. Os exercícios devem ser praticados de 3 a 5 vezes por semana. Inicialmente podem ser feitos apenas 2 dias por semana, durante 30 minutos. Com o tempo, vai se aumentando a frequência. 

 

Aliada a uma alimentação equilibrada, a atividade física ajuda a prevenir a obesidade. Exercícios contribuem para os funcionamentos normais dos mecanismos cerebrais de controle do apetite, trazendo mais equilíbrio para a ingestão e o gasto de energia. Sem falar que aumenta a massa magra.

Alongamento ajuda a prevenir lesões

A prática evita dores musculares e problemas ortopédicos.



Os benefícios do alongamento são conhecidos. Ele ajuda a aquecer a musculatura e prevenir lesões, dores musculares e problemas ortopédicos. E, principalmente, a melhorar a mobilidade e tornar o corpo mais flexível.

 

Quem possui pouca flexibilidade, têm mais chances de sentir dores, que acabam comprometendo a realização de exercícios físicos. O alongamento pode ser realizado antes e depois das atividades físicas, desde que os exercícios praticados não tenham sido muito intensos. Quando nos esforçamos muito, o melhor é deixar o corpo descansar. Neste caso pode se abrir mão do alongamento. 

 

Uma hora ideal para alongar é antes de dormir. Se os movimentos forem realizados de forma calma, ajudarão o corpo a ficar mais relaxado e o sono a ter mais qualidade. 

 

A respiração é um elemento importante quando o alongamento é praticado. É preciso expirar durante o movimento, pois isso ajuda no processo de relaxamento e cria uma postura confortável para a coluna. Os movimentos devem ser iniciados pelos músculos primários: musculatura superior das costas, peitoral e musculatura posterior das coxas e glúteos. Em seguida, devem ser realizados os movimentos secundários: bíceps braquial (cabeça curta), extensor dos dedos, palmar longo e flexor superficial dos dedos. 

 

Um cuidado importante, antes de iniciar o trabalho de alongamento, é se submeter a uma avaliação com profissional especializado. Ele também ajudará na orientação da execução dos movimentos. Quando os mesmos forem aprendidos, poderão ser repetidos em casa com mais segurança.

Exercite-se para aliviar problemas respiratórios

Natação, caminhada e corrida são indicados para quem sofre de rinite, asma e bronquite

 

Quem sofre com complicações respiratórias como rinite, asma e bronquite, podem ter os sintomas aliviados com a prática de exercícios físicos. E que as limitações provocadas por essas doenças são sejam um desestímulo para desistir dos exercícios. Com a prática regular de atividade física o organismo passa a respirar com mais facilidade em função do fortalecimento dos músculos responsáveis pelo processo de respiração.



Além dessa vantagem, a atividade física também aumenta a circulação sanguínea, diminui a pressão sanguínea e fortalece o coração. Quem deseja começar deve se submeter a uma avaliação médica. O especialista ajudará a escolher o exercício que melhor se adapte as limitações provocadas pela doença.



Quem sofre de problemas respiratórios deve evitar riscos. Procurar não fazer exercício sozinho ou em áreas isoladas como trilhas e parques. Também é aconselhável não se exercitar quando o clima estiver muito quente ou seco. Por isso, o acompanhamento de um instrutor nos exercícios é tão importante. O especialista ajudará a realizar aquecimentos e alongamentos adequados, evitando que o praticante tenha dificuldades e lesões.



A natação, como se sabe, é um dos melhores exercícios para quem sofre de doenças respiratórias. Quando realizado na piscina, os exercícios auxiliam a entrada de ar nas vias respiratórias devido à umidade relativa do ar. A água também age como um vasodilatador, facilitando a circulação do sangue e o bombeamento do coração. Caminhar e/ou correr de forma leve também são atividades indicadas. Ambos são exercícios aeróbicos que auxiliam o condicionamento físico.



Mas, se ocorrerem desconfortos como dores no peito, enjoo ou queda brusca de pressão o praticante deve imediatamente interromper a atividade. Tais problemas acontecem geralmente pela falta de acompanhamento de um instrutor ou especialista em atividade física para estabelecer os limites do praticante. Sempre é bom para o portador de problemas respiratórios fazer uso dessa orientação.


Perca a barriga sem sair de casa

Exercícios aeróbicos alternados fortalecem a musculatura do abdômen.

 

Gordura acumulada no abdômen é um problema que vai além da estética. Pode ocasionar problemas respiratórios, cardiovasculares e de postura. É possível reduzir essa gordurinha indesejada em ambiente doméstico com exercícios aeróbicos que fortalecerão a musculatura da região.


Antes de começar, consulte seu médico para saber se está liberado para realizar as atividades. O uso de roupas adequadas também não deve ser deixado de lado só porque você praticará os exercícios em casa. Em seguida, vem a escolha da atividade. A corrida estacionária, aquela onde se simula uma corrida sem sair do lugar, é um excelente exercício aeróbico e que ajuda a eliminar a gordura abdominal. Para realizá-la você deve usar tênis e roupas confortáveis e fazer a simulação da corrida apoiando-se numa parede ou amarrando um elástico entre as pernas para aumentar a intensidade da atividade.


Outro exercício que auxilia a perda da gordura abdominal é a flexão de braço. Ele trabalha não só os músculos do abdômen, como os músculos dos ombros, tríceps, dorsais e glúteos.


A corda também deixou a muito de ser uma brincadeira de infância para se tornar um poderoso exercício para adultos. É importante realizá-lo em um lugar seguro e espaçoso. A atividade não só elimina gordura abdominal, como ajuda a emagrecer e a melhorar o condicionamento físico.


O polichinelo, aquele exercício que une as mãos sobre a cabeça enquanto se afasta e se une os pés dando pequenos pulos, é outro exercício em que se mexe com todo o corpo. Também emagrece e realiza trabalho cardiovascular. O polichinelo pode substituir a esteira ou a bicicleta na tarefa de eliminar as gorduras abdominais.


Musculação exige cuidados do iniciante

Aquecimento e tempo de descanso são fundamentais para a prática da atividade

 

Muitos buscam na musculação o emagrecimento e a definição dos músculos. O exercício também aumenta a imunidade e ajuda a prevenir lesões. É que com o passar dos anos vamos perdendo massa muscular, perdendo massa magra, que são os músculos e aumentando a massa de gordura, diminuindo também o nosso metabolismo. Por essa razão é importante aumentar nossa massa muscular.

Quem se inicia na musculação deve exercitar todos os grandes grupamentos musculares, no mínimo três vezes por semana, com intervalos de um dia de descanso. Os exercício devem começar com o aquecimento das articulações, girando os braços e o quadril. E realizados com concentração e da forma correta. Isso é mais importante do que a preocupação em aumentar a carga.

O treinamento não deve ser iniciado sem o acompanhamento de um profissional especializado, que garantirá a realização dos movimentos corretos e a manutenção da regularidade dos mesmos. Quanto mais regularidade, melhores serão os resultados.

O ideal para o iniciante é treinar três vezes por semana. Nada de se exercitar todos os dias, pois os músculos só aumentam quando o corpo está em repouso, ou seja, após e não durante os treinos.

Inicialmente, os treinos devem durar de 40 minutos a uma hora, alternando os aparelhos para não sobrecarregar os músculos. O treino alternado, onde ocorre a variação dos treinamentos dos membros superiores, inferiores, abdômen e coluna são os mais recomendados para quem está começando.

Mude o ritmo da caminhada e emagreça

Pesquisa afirma que alterar ritmo de exercício eleva gasto calórico.

 

A caminhada, que é considerado um dos mais eficientes exercícios, pode ser turbinada se alterarmos o ritmo das passadas quando a realizamos. A mudança na velocidade durante a atividade ajuda no processo de emagrecimento. A descoberta foi realizada por pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos.

A variação da velocidade, segundo observaram os pesquisadores, aumenta em 20% o gasto calórico, enquanto que interromper e retomar o exercício promove um aumento de 8% na queima calórica.

Os resultados foram obtidos após testes com voluntários em laboratório, que realizaram caminhadas em esteiras ergométricas, tendo seus custos metabólicos monitorados, enquanto mudavam o ritmo de suas passadas, andavam perto do apoio na frente ou na parte de trás da esteira. Quando ocorria a mudança de ritmo, o custo metabólico, ou gasto calórico, se mostrava maior do que apenas caminhar em um ritmo constante. A mudança de velocidade leva o corpo a gastar mais energia, levando a um gasto calórico também maior.

A caminhada alternada pode ser praticada na esteira ou na rua. A atividade também ajuda a estabilizar a pressão arterial, a diminuir o colesterol, a melhorar a circulação do sangue, fortalecer os músculos do corpo e a aprimorar a postura corporal, ajudando a diminuir a ansiedade e o estresse.



Fonte: http://bemstar.globo.com/


Exercícios não são eficazes para perda de peso

Pesquisa americana descobriu que corpo se adapta ao nível de energia


A importância da atividade física para a saúde e o bem estar é incontestável, mas nem sempre exercícios são suficientes para a perda de peso. Uma nova pesquisa, realizada pela Universidade da Cidade de Nova York e publicada no periódico cientifico “Current Biology” aponta que a prática de atividade física não ajudará quem precisa perder peso em longo prazo.



O estudo descobriu que nossos corpos acabam se adaptando o nível de gasto de energia que realizamos por dia, mesmo quando praticamos mais exercícios.


Os cientistas acreditam que é necessária uma reavaliação dos impactos da atividade física no balanço energético. Tal resultado não diminui a importância dos exercícios para a saúde do corpo e da mente. O estudo apenas enfatiza que exercícios, sem uma dieta adequada, são ineficientes para o processo de emagrecimento, se não forem comungados uma dieta adequada. A falta de um programa alimentar voltado para o emagrecimento justifica o motivo das pessoas que querem emagrecer começarem a se exercitar e não alcançarem resultados.



Para melhor avaliar a questão, os pesquisadores mediram o gasto de energia diário e o nível de atividade física de mais de 300 voluntários de ambos os sexos durante uma semana. Inicialmente, foi constatado um pequeno efeito na atividade física no balanço de energia. Ao longo da avaliação os pesquisadores perceberam que os participantes que realizavam um nível moderado de atividade física, gastavam por dia cerca de 200 calorias a mais do que os sedentários. E os participantes que praticavam mais exercícios não sentiam os efeitos do aumento de atividade física no seu gasto de energia.




Portanto, a conclusão é que mais exercícios não significaram mais calorias queimadas. Mas pode existir um ponto ideal na atividade física, ponto este que melhor responda as mudanças no nível das mesmas.












































































FONTE: http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=fitness_home


Qual a melhor dieta para cada exercício?

Nutricionista indica quais alimentos combinam com cada atividade e dá dicas para você ter energia para se movimentar e melhorar seus resultados com os exercícios

Se você decidiu começar uma atividade física e agora não sabe o que comer para ter energia durante o exercício e também para repor os nutrientes perdidos durante a malhação, não se desespere.

Andrea Zaccaro, nutricionista e presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, explica que não existe uma dieta específica para cada exercício, mas ressalta que é importante ter em mente que cada modalidade gasta uma quantidade maior ou menor de calorias e isso vai interferir, sim, na sua alimentação. Veja as indicações da especialista: 

  • Corrida 

1 hora = 812 calorias gastas

Alimentos indicados: tapioca, pão integral, torrada, aveia, iogurte, banana e suco de frutas

  • Musculação

1 hora = 520 calorias gastas

Alimentos indicados: cereais sem fibras, pão integral, bolo simples, carnes, massas, frutas e cereais 

  • Artes marciais

1 hora = 650 calorias gastas

Alimentos indicados: pão integral, queijos, carnes magras, massas, frutas e cereais.

  • Pilates 

1 hora = 325 calorias

Alimentos indicados: banana, iogurte, tapiocas, pães e frutas

  • Caminhada

1 hora = 260 calorias

Alimentos indicados: frutas, sucos, torradas e cereais integrais. 

A nutricionista ainda dá uma série de dicas: 

- faça refeições a cada 3 ou 4 horas;

- as refeições devem conter todos os nutrientes que precisamos: carboidrato, proteína, gorduras, fibras, vitaminas, minerais e água; 

- coma carboidrato antes do exercício, pois ele é o nutriente mais importante para gerar energia; 





































































FONTE:http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/


Quanto tempo o iniciante deve fazer de atividade? Qual gasta mais calorias? Veja

Você decidiu começar uma atividade física e está na dúvida: corrida ou caminhada, qual a melhor opção? Para quem não está procurando resultados de atleta profissional, caminhada e corrida são duas escolhas de exercícios físicos igualmente boas.

Dados recentes de uma pesquisa conduzida pela Universidade da Califórnia, Estados Unidos, mostram que pessoas que caminham rápido ou correm têm ganhos semelhantes quanto à saúde geral.

Conheça mais sobre cada atividade – e corra ou caminhe na direção da que melhor encaixar para a sua personalidade, finalidade e rotina.

Como começar a atividade física?

Para começar, vale ir devagar. A ideia é optar por uma caminhada leve e ir acelerando aos poucos. Se tiver um condicionamento físico melhor, pode apostar na corrida, também iniciando com um ritmo mais moderado. 

Quanto tempo?

Se optar pela caminhada, órgãos internacionais de saúde recomendam pelo menos 30 minutos cinco vezes por semana. Se a atividade for mais intensa, como a corrida, a ideia é fazer 15 minutos cinco vezes por semana. 

Qual exercício escolher?

Corrida e caminhada têm seus benefícios. Na corrida, o gasto calórico é maior, por exemplo. São 10 calorias por minuto. Na caminhada moderada, o valor cai para 5,5 calorias por minuto. 

Já a caminhada tem menos impacto e pode ser mais "segura" para o corpo. E esse impacto atua na reciclagem dos ossos, com a vantagem de causar menos fraturas por estresse do que a corrida. Estudos mostram que andar é recomendado até para quem já sofre com osteoporose. 

Se a ideia é passar da caminhada para a corrida, fique atento. O movimento de trotes castiga mais as articulações, portanto, para acelerar o ritmo é preciso um trabalho conjunto de fortalecimento muscular. 

Roupa e calçados

Tanto na corrida quanto na caminhada, é fundamental escolher bem roupas e calçados. O tênis deve respeitar o tipo de pisada do praticante. Para descobrir qual é sua pisada e qual tipo de amortecimento indicado, consulte um ortopedista. 

A roupa deve ser leve, principalmente para as atividades ao ar livre. 

























































FONTE: http://saude.ig.com.br/bemestar/

Qual a quantidade certa de atividade física para a vida?

Os exercícios físicos levantam uma questão: quanto é muito pouco, em excesso ou a medida certa para melhorar a saúde e a longevidade? Dois grandes estudos recentes trouxeram alguma luz ao assunto, sugerindo que a dose ideal de exercícios para uma vida mais longa é um pouco mais do que muitos de nós acreditamos, mas menos do que outros esperam. As pesquisas também descobriram que exercícios prolongados ou intensos provavelmente não são prejudiciais e podem somar anos à vida das pessoas.

Não há dúvidas de que qualquer quantidade de exercícios físicos é melhor do que nada. Como os remédios, eles são conhecidos por diminuir o risco de desenvolvermos várias doenças e de morte prematura.

Mas, ao contrário dos remédios, as atividades físicas não vêm com instruções de quantidades. Os parâmetros atuais das organizações de saúde e governamentais falam em 150 minutos de exercícios moderados por semana para manter a saúde e o condicionamento físico.

Mas nunca ficou claro se essa quantidade é o mínimo que as pessoas deveriam fazer ou se a dose ideal.

Os cientistas também não sabem se há um limite máximo, além do qual os efeitos se tornam prejudiciais; e qual a intensidade mais efetiva no que diz respeito à longevidade.

As novas pesquisas, publicadas na semana passada no JAMA Internal Medicine, tentam responder essas questões.

No maior dos dois estudos, os pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer, da Universidade de Harvard e de outras instituições se juntaram e combinaram as informações de hábitos de exercícios de seis longas pesquisas sobre saúde, o que resultou em uma análise de dados de mais de 661 mil adultos, a maioria na meia idade.

Usando essas informações, os pesquisadores escalonaram os adultos pelo tempo semanal de exercícios, daqueles que não faziam nada até os que se exercitavam dez vezes ou mais do que as recomendações atuais (o que significa que faziam atividades físicas moderadamente 25 horas por semana ou mais).

Eles então compararam 14 anos de históricos de morte no grupo. Os pesquisadores descobriram que, como era esperado, as pessoas que nunca se exercitavam tinham maior risco de morrer prematuramente.

Mas aqueles que faziam algum exercício físico, mesmo sem chegar à quantidade recomendada, diminuíram o risco de morte prematura em 20%.

Aqueles que seguiam as recomendações à risca, completando 150 minutos de exercícios moderados por semana, tiveram maiores benefícios relacionados à longevidade: 31 por cento menos risco de morrer durante o período de 14 anos comparados com aqueles que não fizeram nada.

O ponto ideal para os benefícios, no entanto, foi para aqueles que triplicaram a quantidade recomendada, exercitando-se moderadamente, a maioria andando, por 450 minutos por semana, ou um pouco mais do que uma hora por dia. Essas pessoas tiveram um risco 39 por cento menor de morrer prematuramente do que aqueles que não faziam atividades físicas.

A partir daí, os benefícios se mantiveram estáveis, segundo os pesquisadores, mas não declinaram significativamente. Os poucos que faziam 10 vezes mais do que a quantidade recomendada tiveram praticamente a mesma redução no risco de morrer do que aqueles que faziam exatamente a quantidade recomendada. Eles não conseguiram uma melhora significativa na saúde para todas aquelas horas extras que gastaram suando. Mas também não aumentaram o risco de morrer jovens.

O outro estudo lançado recentemente chegou a uma conclusão parecida sobre a intensidade. Enquanto algumas pesquisas insinuaram que exercícios puxados e frequentes poderiam contribuir para a mortalidade precoce, o novo estudo descobriu o contrário.

Pesquisadores australianos examinaram de perto informações de uma pesquisa sobre saúde feita com mais de 200 mil australianos adultos, determinando quanto tempo as pessoas passavam se exercitando e quanto dos exercícios elas qualificavam de vigorosos, como correr ao invés de andar, ou jogar uma partida de tênis individual competitiva ao invés de um jogo de duplas tranquilo.

Então, eles analisaram as estatísticas das mortes. E, como no outro estudo, descobriram que cumprir as recomendações reduzia significativamente o risco de morte prematura, mesmo se o exercício fosse moderado, como andar.

Mas, se a pessoa fazia um exercício vigoroso, ocasional ou não, ganhava uma pequena, mas não insignificante, redução na mortalidade. Aqueles que passavam até 30 por cento do tempo dedicado às atividades físicas se exercitando de maneira vigorosa tiveram nove por cento menos risco de morrer prematuramente do que as pessoas que se exercitavam pelo mesmo tempo, mas sempre moderadamente. Aqueles que passavam mais de 30 por cento do tempo de atividades físicas em exercícios puxados ganharam uma redução extra de 13 por cento na mortalidade precoce, comparados com aqueles que não se esforçaram muito. Os pesquisadores não notaram qualquer aumento da mortalidade, mesmo entre aqueles poucos que faziam uma grande quantidade de exercícios intensos.

Claro que esses estudos se baseiam na lembrança nem sempre muito precisa de hábitos de atividades físicas e não são pesquisas aleatórias, então não podem provar que qualquer dose de exercícios causou mudanças nos riscos de mortalidade, apenas que há uma conexão entre a prática de atividades físicas e os riscos de morte.

Ainda assim, as conexões foram fortes e consistentes e a mensagem parece bastante clara, de acordo com os pesquisadores.

Qualquer pessoa que pode fazer atividades físicas deveria tentar "chegar a pelo menos 150 minutos de exercícios por semana e cerca de 20 a 30 minutos de atividade vigorosa", afirma Klaus Gebel, pesquisador sênior da Universidade James Cook, em Cairns, na Austrália, que liderou a segunda pesquisa. E, uma dose maior, para aqueles que quiserem, não prejudica a saúde, diz ele.
























































FONTE: http://noticias.uol.com.br/saude/

Os sete principais cuidados com a criança na piscina

Por volta dos seis meses de vida, o bebê já pode ser estimulado na piscina e aproveitar muitos benefícios. Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores do Griffith Institute for Educational Research, na Austrália, aponta que quanto mais cedo a criança aprende a nadar melhor é o seu desenvolvimento intelectual. No entanto, pais e responsáveis precisam ter muito cuidado para evitar acidentes. Para acertar nas medidas protetoras e garantir um verão divertido e seguro para o pequeno, confira os maiores cuidados que os especialistas recomendam.


Uso de boias


A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. "Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo", conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo. Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. "As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências", afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar. 


Piscinas com grande profundidade

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé - há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. "Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda", conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento. 


Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?

Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. "Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele", alerta a fisioterapeuta Paula. Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora - sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. "Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos", acrescenta Paula.  



Brincadeiras na borda da piscina

Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. "Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina", conta a especialista. Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas. 


Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?

Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. "Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade", conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar. 


Cloro da piscina

Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. "O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite", explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como: - A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos; - O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças; - Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.



Brincadeiras com baldes e bacias

Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros. 





 

Fonte: Minha Vida


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